segunda-feira, 19 de março de 2018

Bom dia!



Sê selectivo nas tuas batalhas. 
Às vezes é preferível ter paz do que ter razão.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Voltou...










Voltou. Voltou aquela velha sensação que eu já tão bem conheço de querer largar tudo e viver um novo tipo de vida. De querer largar os padrões estabelecidos por esta sociedade e abraçar um estilo de vida mais natural e sustentável. Faço o que posso dentro da vida que levo mas os passos que dou parecem-me tão pequeninos que parece que não avanço nada. 
Mas sim, por vezes dá-me ganas de mandar tudo para as "cucuias" e ir comer raízes para a minha caravana. Ou largar tudo e ir viver num barco a percorrer os rios e canais da minha terra. Ou esquecer do mundo corrente, aprender a fazer fogo por fricção e ir viver numa cabana junto ao rio.
Sei lá, tudo serve se servir de evasão. Talvez isto sejam devaneios da minha mente, talvez sejam escapadelas imaginárias que, por não serem reais, sabem bem e correm em direcção a um final feliz. Mas que cansa viver na sociedade actual, cansa. Detesto viver no consumismo, no ter, no alcançar, no correr. Se assim for, que seja num propósito construtivo do ser. Mas não é o que vejo, na maioria das vezes.
Mas enfim, como sempre digo, um dia de cada vez. E até é giro estar atenta e observar os caminhos da vida e por onde eles me levam. Já que ainda não consegui ser radical e largar tudo, que aquilo que abraço agora me sirva de estrada rumo ao destino que sonho.
Mas, o mais importante de tudo, é que a chuva voltou! E essa sim, voltou com efeitos muito positivos na terra, nos rios e em mim. Renova-me voltar a ver os regatos a borbulhar de vida e a terra a palpitar de flores. Graças a Deus.


segunda-feira, 5 de março de 2018

Bom dia!



A adversidade apresenta o homem a si próprio.
Albert Einstein



terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Que venha a chuva!




A terra foi cuidada. A semente foi lançada à terra. Agora é continuar a cuidar e esperar... E esperar quando não chove, é um acto de fé ainda maior do que qualquer fé necessária sempre que se lança a semente à terra. Vamos ver... Mas sempre cremos no melhor. Ajustar e adaptar é a palavra de ordem. E esperar...


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Bom dia!









segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Aqueduto dos Pegões - parte III























Finalmente chegámos à última parte desta aventura que nos levou a percorrer o nosso Aqueduto dos Pegões. Parte que foi dividida em duas. 
A primeira, num dia em que começou a chover quando nos pusemos ao caminho, teve de ser abortada porque as condições de visibilidade e o piso lamacento não eram os melhores para podermos continuar a descoberta. Mas este pequeno passeio valeu pelo verde intenso da erva, que fica mais intenso ainda com o contraste do céu cinzento e pelo barulho da água a correr num regato. Só por este último motivo já valeu a pena o passeio. Há taaanto tempo que não ouvia este som! E que bem que me soube!
O percurso do aqueduto nesta última parte em direcção à nascente está como os outros: completamente desprovido de qualquer sinalização. Em primeiro lugar, aquele não é um sítio de passagem para turistas, apenas para os locais e poucos. Em segundo lugar, nada ali remete para o Aqueduto. Valeu-nos a certeza dada por um casal idoso que encontrámos perto da sua horta e que nos elucidou que as nascentes eram para aquele lado, 1,5km mais à frente.
Confiámos e deixámos essa parte do percurso entregue a um dia mais soalheiro.
Nesse dia que chegou com ares de primavera, não fosse o vento forte, fizemo-nos ao caminho mas a paisagem lunar deixada pelos últimos incêndios deixava um amargo no estômago, difícil de digerir. Ainda assim fomos andando por cima ou ao lado das ruínas do velho Aqueduto, aqui já muito mais desprezado. Os pontos altos foram a comporta, onde descobrimos uma pedra pendente em forma de coração, assim esculpida pela água ao longo dos muitos anos que ali caiu e duas pequenas mães de água que, no campo das suposições, assinalam as nascentes de que nos falaram. Assim, supondo porque não há qualquer informação e assim, sem qualquer aparato. Mas, mais uma vez, o passeio valeu também pelo pequeno regato que levava água, o qual ladeámos até ao fim, como se estivéssemos sedentos daquela doce companhia. E estávamos! Sem explicações, só sentimentos: água é vida!
Apesar de esta ter sido a parte menos excitante, bonita e "monumental" do nosso percurso por todo o Aqueduto dos Pegões, foi uma experiência e tanto percorrer as pedras centenárias e imaginar todo o bem que este canal levou às populações vizinhas. Água é vida, repito!
E obrigada por me terem acompanhado neste passeio. Valeu!


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Constatando factos...





Ódio
Tem causado muitos problemas neste mundo,
mas ainda não resolveu nenhum.

Maya Angelou